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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Os 10 sapos mais esquisitos do mundo




SAPO ARCO-ÍRIS – ADORADO COMO UM DEUS NA ÍNDIA
Centenas de pessoas se aglomeram na casa de Reji Kumar, na Índia, para rezar e pedir milagres. Quando Reji, de Thiruvananthapuram, na capital de Kerala, no sul da índia, avistou o sapo pela primeira vez, era fascinantemente branco. Depois mudou para amarelo e depois para cinza. O sapo que muda constantamente de cor é venerado com um Deus.




RÃ TRANSPARENTE
Hyalinobatrachium pellucidum, também chamada como rã de vidro ou cristal, pois é completamente transparente. Não é nenhuma novidade, mas está definitivamente em extinção, então é a queridinha dos ambientalistas.




SAPO ATELOPUS
Esse sapo é conhecido por diversos nomes tais como sapo palhaço ou sapo Harlequim da Costa Rica. Não importa como se chama, é neo-tropical e vive pela Costa Rica e Panamá. As espécies listadas estão em risco e vivem hoje basicamente no Panamá.




O MENOR SAPO DO MUNDO
De uma forma geral, altitude alta significa animais grandes. Mas a menor espécie de sapo conhecida do mundo mora nas alturas das Montanhas do Andes, no Peru.




O MAIOR SAPO DO MUNDO
A rã-golias ou Conraua goliath é um dos maiores anfíbios da terra. Pode crescer até 33 cm do comprimento, e pesar 3kg. Esse animal vive em um habitat relativamente pequeno, principalmente na África Ocidental (perto de Gabon). Essa espécie pode viver até 15 anos, e se alimenta de escorpiões, insetos e rãs/sapos menores. Elas podem escutar, mas não coaxam.




RÃ DOURADA DE MADAGASCAR 
A sugestão do nome é em função do dorso laranja/vermelho. Essas rãs são pequenas com 2,5 cm de comprimento. É uma rã terrestre e nativa do Madagascar.




RÃ DA FLECHA VENENOSA
Essa rã é nativa da América Central e do Sul, possui a cor azul safira e é da família Dendrobatidae. Diferente de outras rãs, essas são espécies ativas no dia de hoje, e exibem uma cor brilhante em seu corpo.
As dendrobatids são tóxicas, sendo que os níveis de toxicidade são variáveis entre as espécies, e de uma população para outra.
Muitas espécies estão em risco. Esses anfíbios são constantemente chamados de “rãs flechas”, devido aos ameríndios que usavam suas secreções tóxicas para envenenar suas flechas e caçar animais maiores.



SAPO DE CHIFRE
Esse sapo pode crescer até 15 cm e habitar o Uruguai, Brasil e norte da Argentina. Mesmo dando a impressão de ser parado, é rápido para dar o bote em lagartos, roedores pequenos, pássaros ou outras rãs.




SAPO LEOPARDO
O Sapo Leopardo do Norte é considerado uma espécie incomum, crescendo até 9 cm. Seu dorso tem uma coloração de marrom a verde escuro com manchas circulares com bordas claras.





RÃ MUSGO VIETNAMITA

Theloderma corticale ou rã musgo vietnamita é da família Rhacophoridae. É encontrada no Vietnã e possivelmente na China. Seu habitat natural é subtropical ou florestas tropicais úmidas. O nome popular da rã musgo surgiu pelo fato dela ter a pele pintada de verde e preto que lembra musgo, servindo também como camuflagem. Algumas pessoas têm essa rã como bicho de estimação, o preço dela é de U$45 a U$75.


Alguns Comportamentos de Alguns Animais



http://verde.br.msn.com/videos.aspx?cp-documentid=0bee529e-44d8-42fa-52cc-59047d8912a8&vid=0bee529e-44d8-42fa-52cc-59047d8912a8

sábado, 9 de abril de 2011

Dinossauro de um dedo só é descoberto na China

Pesquisadores da China descobriram um dinossauro miniatura com apenas um garra, provavelmente um parente próximo do temível tiranossauro rex. A criatura apresenta um único dedo nos membros dianteiros.
Esta espécie da família dos terópodes, batizada com o nome deLinhenykus monodactylus, tinha menos de um metro de altura e o peso de um papagaio grande, informa um estudo publicado na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.
A grande maioria dos terópodes, carnívoros que deram origem aos pássaros atuais, tinham três dedos em cada mão, mas este dinossauro dispunha apenas de uma única e grande garra, que provavelmente utilizava para desenterrar ninhos de insetos, uma adaptação estranha, mas útil para fins evolutivos. 
"Os terópodes não aviários tinham originariamente cinco dedos, mas evoluíram até ficar com apenas três em suas forma mais avançadas”, explicou Michael Pittman, do Departamento de Ciências da Terra daUniversidade College de Londres, co-autor do estudo.
"Os tiranossauros eram incomuns por terem apenas dois dedos, mas o único dedo do Linhenykus mostra quão extensas e complexas foram as modificações nas mãos dos terópodes", conclui.
A seleção natural em ação
Os cientistas não sabem por que os Linhenykus evoluíram até perder estes dois dígitos, mas segundo o estudo, “seu desaparecimento poderia refletir apenas o fato de que não estavam sendo ativamente mantidos ela seleção natural”.  
Este tipo de coisas ocorreu de forma contínua na história do mundo selvagem, explicou Jonah Choiniere, da Divisão de Paleontologia do Museu Americano de História Natural.
"Estruturas vestigiais, como casos de pernas em baleias e serpentes, podem aparecer e desaparecer aparentemente ao acaso no curso da evolução”, disse Choiniere.
Os restos do dinossauro foram encontrados em rochas escavadas perto da fronteira entre a Mongólia e a China, pertencentes à Formação Wulansuhai do Cretáceo Superior, entre 84 e 75 milhões de anos atrás. 
No local, os pesquisadores encontraram um esqueleto parcial, com ossos da coluna vertebral, um membro dianteiro, parte da pelve e as patas traseiras quase completas.

Espécies Mortíferas







Espécies Mortíferas
Grande Tubarão BrancoCarcharodon carcharias
O grande tubarão branco é encontrado em quase todas as águas costeiras e em alto-mar, em todos os grandes oceanos do mundo. Com um comprimento que pode chegar a seis metros e pesando cerca de duas toneladas, o grande tubarão branco é conhecido como o maior peixe predador da Terra. Com cerca de 3.000 dentes, o grande tubarão branco costuma comer uma grande variedade de peixes e animais marinhos, incluindo tubarões menores, golfinhos, focas, leões marinhos, tartarugas e até gordura de baleias mortas. Diferente da visão de Steven Spielberg sobre a espécie no filme Tubarão, os humanos geralmente não são suas presas. Geralmente, nós somos atacados devido a um erro de identificação, ao sermos confundidos com uma foca ou outra carne cheia de gordura.
Peixe-PedraSynanceia verrucosa
Com mais de 1.200 espécies, os peixes venenosos são bem mais numerosos que todas as cobras e invertebrados venenosos juntos. Os mais famosos peixes venenosos incluem o peixe-pedra, a lampréia, o peixe-leão e o peixe-escorpião. Estes peixes têm a capacidade de produzir suas próprias toxinas e injetar veneno através de espinhas localizadas nas barbatanas, tentáculos ou ferrão. Mais de 50 mil ferimentos são registrados anualmente. Destes, a maioria é constituída de bolhas, mas se não forem tratadas a tempo, podem levar à morte.
O peixe-pedra é considerado o peixe venenoso mais perigoso. É encontrado em águas rasas nos Oceanos Pacífico e Índico, e mede entre trinta e sessenta centímetros. Sua dieta consiste principalmente em peixes pequenos e crustáceos. Sua cor marrom-esverdeada confere ao peixe-pedra a capacidade de se camuflar entre as pedras em recifes tropicais, transformando-o num alvo fácil de ser pisado acidentalmente por uma pessoa. A região dorsal tem espinhos que liberam uma toxina venenosa. Se ela for injetada em uma pessoa, causa dor intensa. Dependendo da profundidade da penetração no ferimento, pode ocorrer choque, paralisia e morte de tecidos. Se não for tratada nas primeiras horas, o nível de toxidade pode ser fatal para os seres humanos.

Crocodilo marinho

Crocodylus porosus

Geralmente encontrado no norte da Austrália e sudeste da Ásia, o crocodilo marinho é o maior réptil do planeta. Os machos adultos podem chegar até sete metros de comprimento, mas as fêmeas são bem menores, normalmente com menos de três metros. Estes crocodilos têm entre 64 e 68 dentes e podem pesar mais de 

1.500 quilos. Quando jovens, sua dieta geralmente consiste em pequenas presas, como insetos, anfíbios, répteis e peixes pequenos. À medida em que o animal se desenvolve, no entanto, cresce também sua habilidade para a caça. Um adulto ainda caça presas menores, mas já é capaz de capturar javalis, tubarões e gado doméstico. Este crocodilo é tido como o réptil mais perigoso para os humanos, com vários registros de mortes a cada ano.
Cobra marinhaHydrophis melanocephalus
As cobras marinhas são descendentes conhecidas das cobras terrestres australianas, que evoluíram para répteis aquáticos. Elas vivem apenas nos oceanos tropicais, especialmente no Oceano Índico e no oeste do Oceano Pacífico, e 32 espécies foram encontradas nas águas da Grande Barreira de Corais. São razoavelmente grandes, mas poucas excedem os dois metros de comprimento. Apesar de morder apenas se for provocada, seu veneno costuma ser mais tóxico do que o das cobras terrestres, por isso ela é o animal mais perigoso de todos. A maioria das cobras marinhas consegue produzir de 10 a 15 miligramas de veneno por vez, sendo que uma dose fatal é de apenas 1,5 mg! Felizmente, já existe soro anti-ofídico contra todos os venenos de cobra, por isso as mortes humanas raramente acontecem.

Blue-Ring Octopus

Hapalochlaena lunulata
Encontrada no Oceano Pacífico, entre o Japão e a Austrália, o blue-ring octopus se alimenta de pequenos caranguejos, camarões e peixes feridos. Do tamanho de uma bola de golfe e com coloração castanho-amarelada, ele se camufla facilmente no ambiente em que vive. Apesar de ser pequeno em tamanho, este polvo possui um veneno tão poderoso que pode matar seres humanos com apenas uma picada. Como não existe antídoto, é a criatura mais tóxica conhecida.
Apesar de não ser considerado um animal agressivo, ele ataca se for provocado, e muitos ataques humanos ocorrem quando é recolhido ou pisado. Quando provocado, anéis ou linhas azuis aparecem, e o polvo fica bonito de se olhar, mas mortal ao toque. Ele injeta um veneno neuromuscular paralisante que pode matar um ser humano em minutos. Após sua picada, é essencial que o resgate faça respiração na vítima até que ela possa ser levada a um hospital para receber respiração artificial. A respiração artificial deve continuar por cerca de 24 horas para assegurar que todo o veneno tenha sido expelido pelo organismo.
HumanosHomo sapiens
A maioria dos ambientalistas concluiu – para surpresa da população em geral – que os humanos são as criaturas mais mortais do oceano. Nossos oceanos – antes vistos como abundantes demais para serem esgotados – agora enfrentam o risco de extinção de muitas espécies por causa do comportamento humano.
A pesca excessiva levou os cientistas a acreditarem que a população de todos os animais marinhos comestíveis irá acabar em 2048. Os grandes tubarões brancos hoje estão ameaçados devido à crescente popularidade de seus dentes, mandíbulas e barbatanas. O lixo, especialmente os plásticoss, prejudica uma grande variedade de vida marinha. Eles se enroscam nas barbatanas e nadadeiras dos peixes, causando afogamento, amputação ou infecção. Além disso, os recifes de corais, o ecossistema do qual o oceano inteiro depende, estão sendo exponencialmente destruídos pela poluição e pelo aquecimento global. Cientistas previram que até 2030 quase 95% dos corais da Grande Barreira de Corais, o maior sistema de recifes de coral do mundo, estarão mortos.

terça-feira, 8 de março de 2011

Anatomia comparada do coração dos vertebrados: aspectos filogenéticos dos vertebrados e ontogenéticos da espécie humana

http://www.sare.unianhanguera.edu.br/index.php/anudo/article/view/778/600
Fonte: :http://www.sare.unianhanguera.edu.br/index.php/anudo/article/viewArticle/778

                                                         Fonte da imagem: http://lh3.ggpht.com/_D_E4BOnjFus/SxZYp2iayME/AAAAAAAAVEY/EEAtTfyPkWM/AulasPraticasDeVertebradosAnatomiaComparadaTegumentoAMusculo.jpg

sábado, 11 de dezembro de 2010

Serpentes - Sistema Respiratório




A maioria das serpentes, cerca de 90% , apresentam um pulmão funcional e outro atrofiado. As que possuem pulmão esquerdo funcional são dos grupos mais avançados, com exceção das Boas e Pítons. Porém as que não possuem o pulmão esquerdo compensa esta falta com o pulmão traqueal, que é uma extensão do pulmão direito, isto ajuda na respiração da serpente, quando esta estiver engolindo uma presa grande. A traquéia muscular também ajuda na respiração, pois será empurrada para frente, fazendo pressão contra a presa, com isso poderá continuar a respirar.
Nas serpentes aquáticas o pulmão direito é bem maior, e na sua parte inferior existe uma modificação para que o animal possa controlar sua capacidade de flutuação na água.
A língua, que se une a glote (abertura da faringe), é importante, pois é através dela que o ar entra pela traquéia indo até os pulmões. A glote se dilata durante a ingestão de grandes presas. Essa estrutura é localizada mais à frente, na base da língua.
As serpentes possuem sim nariz, mas é chamado de narina. Não possuem função olfativa, auxiliam na respiração. A língua é quem irá fazer a função do olfato.
Fonte: http://drashirleydecampos.com.br/noticias/16400

Insetos - Aparelho Respiratório

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APARELHO RESPIRATÓRIO
- Os insetos são animais aeróbicos, tendo que obter oxigênio do meio para sobreviver.
- Utilizam as mesmas reações metabólicas que outros animais (glicólise, ciclo de Krebs e o sistema de transporte de elétrons).
- O aparelho respiratório dos insetos tem como função levar O2 a todas as células do corpo, e remover o CO2 produzido. É composto por uma complexa rede de tubos (sistema traqueal) que apresenta:
SISTEMA TRAQUEAL
- Espiráculos
- Traquéias e Traquéolas
- Sacos aéreos
ESPIRÁCULOS: são aberturas localizadas lateralmente no tórax e abdome da maioria dos insetos, um par por segmento, por onde entra o ar. Apresenta:
- Peritrema
- Átrio ou Vestíbulo
- Aparelho de Oclusão
Localização: 2 pares no tórax e 8 no abdome

TIPOS DE SISTEMA RESPIRATÓRIO
Baseado na funcionalidade dos espiráculos temos:
a) Holopnêustico: todos os 10 pares são funcionais.Ex:Gafanhoto
b) Hemipnêustico: um ou mais pares não funcionam. Ex:Lepidóptera
c) Hipopnêustico: um ou mais espiráculos desaparecem completamente.Ex:larvas de Diptera.
d) Apnêustico: não possui espiráculos.

TRAQUEIAS: são tubos elásticos apresentando:
a) Endotraquéia :camada de cuticulina interna
b) Tenídia: engrossamento da camada de cuticulina formando estrutura espiralada com função de manter a traquéia distendida
c) Ectotraquéia: camada epitelial externa a endotraquéia e tenídia
d) Membrana basal

TRAQUÉOLAS: canalículos que partem da célula terminal constituindo-se em interface úmida entre o ar e as células.Podem conter fluido traqueal ou ar.
**SACOS AÉREOS: são traquéias dilatadas com função de aumentar a quantidade de oxigênio respirado. Insetos aquáticos utilizam os sacos aéreos para acumular oxigênio e tambem servem para ajudar no vôo.

VENTILAÇÃO
Insetos pequenos dependem, quase completamente, da difusão passiva do ar no sistema traqueal. Insetos maiores requerem ventilação ativa, proporcionada pelos músculos abdominais.Essa ventilação possui as fases diretas e indiretas.
VENTILAÇÃO DIRETA: compreende:
- Aspiração
- Compressão
- Expiração
VENTILAÇÃO INDIRETA: feita através das traquéolas. O oxigênio é dissolvido no líquido traqueal.
Fonte: http://marcosfilgueira.wikidot.com/aparelho-respiratorio-dos-insetos

Curiosidade

Reprodução
Quíton, um exemplo de molusco pertencente à classe Polyplacophora
Caracóis, caramujos, ostras, lesmas, polvos. Todos esses animais pertencem ao filo Mollusca. O nome do grupo já fornece uma pista sobre uma característica compartilhada por todos eles. Mollusca vem do latim Mollis, que significa "mole". Todos os moluscos possuem corpo mole, recoberto ou não por uma concha calcária.

 Os moluscos apresentam uma grande variedade de formas e habitats. Portanto, as estruturas respiratórias também são muito variadas. Existem desde espécies que apresentam apenas respiração branquial, espécies que possuem brânquias e nas quais a cavidade do manto funciona como um pulmão (saco pulmonar), até espécies sem nenhuma brânquia e apenas com o saco pulmonar.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/biologia/moluscos.jhtm

Sistema Respiratório das Aranhas

aranha lince
Imagem cedida por Steve Clark
Uma aranha lince no deserto australiano

As adaptações fizeram das aranhas um dos predadores de maior sucesso da história. Nos seus 400 milhões de anos de existência, elas se espalharam por todos os continentes e dominaram quase todos os ambientes da Terra. Atualmente, existem cerca de 40 mil espécies de aranhas conhecidas e milhares que ainda não foram descobertas. Isso é impressionante se levarmos em conta que existem apenas cerca de 4 mil espécies diferentes de mamíferos.
As aranhas se parecem muito com os insetos, mas, na verdade, são parte de uma classe completamente diferente. As aranhas fazem parte da classe Arachnida e representam dentro dela a ordem Araneae; esta ordem divide espaço com outras as quais são representadas por ácaros, carrapatos e escorpiões.
Enquanto as aranhas variam de tamanho, forma e comportamento, praticamente todas as espécies compartilham um conjunto básico de características:
  • elas têm oito pernas, feitas de sete segmentos cada;
  • alimentam-se principalmente de insetos;
  • podem injetar veneno na presa;
  • são capazes de produzir seda;
  • têm um par de pequenos apêndices na cabeça chamados pedipalpos;
  • seus corpos são divididos em duas seções, o cefalotórax e o abdômen, unidos pelo pedicelo. O cefalotórax, a fusão da cabeça com o tórax (em inglês), distingue aranhas de insetos, que têm cabeça, tórax e abdômen separados.
As aranhas têm os mesmos sistemas corporais básicos que os humanos, mas eles não funcionam do mesmo jeito e são dispostos de maneira diferente. O cefalotórax contém o cérebro, estômago, olhos e boca e o abdômen contém o coração, canal alimentar, órgãos reprodutores e pulmões.
As aranhas possuem dois tipos diferentes de sistema respiratório: traquéia e pulmões folhosos. A maioria das espécies possuem ambos, mas algumas têm um ou outro. Comparados aos pulmões humanos, esses sistemas respiratórios são incrivelmente simples. A traquéia é formada por tubos longos que correm pelo corpo através de uma fenda no exoesqueleto. O ar entra, o oxigênio se difunde (em inglês) pelo sangue e o dióxido de carbono se difunde no ar. O movimento normal da aranha fornece toda a energia necessária para movimentar o ar para dentro e para fora. Os pulmões folhosos são uma série de estruturas muito finas, parecidas com folhas (como as páginas de um livro). O interior de cada folha é preenchido com sangue e o exterior é exposto ao ar. Como na traqueia, os pulmões folhosos trocam oxigênio e dióxido de carbono através da difusão.
No sangue da aranha, chamado hemolinfa, circula oxigênio, nutrientes e hormônios para diferentes órgãos do corpo. Diferente dos humanos, as aranhas têm um sistema circulatório aberto. O coração da aranha é um tubo cercado por um músculo, com uma válvula de mão única em cada extremidade. Ele bombeia o sangue para dentro da cavidade corpórea ao redor de todos os órgãos, que recebem o oxigênio; estes órgãos recebem oxigênio porque estão preenchidos de sangue.
Uma das coisas mais espantosas nas aranhas é o quanto elas conseguem fazer com um cérebro tão pequeno. O sistema nervoso central das aranhas é composto por dois gânglios relativamente simples ou grupos de células nervosas, ligados a nervos que revestem os diversos músculos e sistemas sensoriais. As instruções simples, codificadas nessas células nervosas, dão às aranhas toda a informação que elas precisam para realizar tarefas complexas, como construir teias e atacar presas. Algumas espécies ainda demonstram um comportamento de aprendizado. Se algo não funciona, como por exemplo, uma teia em um determinado lugar, a aranha abandona aquela atividade e tenta algo novo.

Embora a maioria das aranhas tenha múltiplos pares de olhos, a visão é um sentido secundário na vasta maioria das espécies. Muitas delas interagem com o mundo principalmente através de sensações táteis. Elas são cobertas com pêlos de alta sensibilidade, que captam até as menores vibrações de onde quer que estejam, no chão, em uma folha ou teia, por exemplo. Muitas aranhas têm pêlos adicionais, chamados tricobótrios, que captam vibrações no ar (som). A maioria delas também tem sensações de paladar e olfato, que cumprem seu papel na alimentação e reprodução.
Muitas aranhas possuem adaptações especiais que lhes permitem andar facilmente por superfícies relativamente lisas e verticais. A extremidade de cada perna é coberta com tufos grossos de pêlos e a ponta de cada pêlo é coberta com "pés" microscópicos. Esses pequenos pés agarram as pequenas saliências de onde quer que a aranha esteja, fazendo com que ela se mova facilmente em quase todos os terrenos, a superfície lisa das banheiras é uma notável exceção para muitas espécies.
Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br/aranhas.htm


sistemas corporais da aranha
Imagem cedida por Ed Nieuwenhuys

Dinossauros tinham sistema respiratório como das aves, diz estudo

Fonte da Imagem: http://blogs.sundaymercury.net/weirdscience/2009/08/tyrannosaurus-rex-was-a-yellow.html

Dinossauros como o Tiranossaurus Rex tinham um sofisticado sistema respiratório, semelhante ao das aves modernas, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira na revista científica britânica "Nature".

O estudo revela que os dinossauros tinham bolsas de ar e ossos ocos que se conectavam com os pulmões, o que permitia uma entrada constante de oxigênio e dinamizava o metabolismo desses animais pré-históricos.

Esta é uma das características que fazem com que as aves tenham sangue quente. Segundo os pesquisadores, a nova descoberta demonstra que devia haver pelo menos um mecanismo de sangue quente entre os dinossauros.

Embora anteriormente já tenha sido apontada a existência de ossos ocos em certos dinossauros, ainda não tinha se esclarecido qual era sua função.

Leon Claessens, pesquisador da Universidade de Harvard em Cambridge (Massachusetts, EUA), explica que "o sistema pulmonar dos dinossauros carnívoros como o T-Rex apresenta muitas similaridades estruturais com o das aves modernas".

Segundo Claessens, as aves parecem contar com "o sistema respiratório mais eficaz de todos os vertebrados vivos, terrestres ou voadores".

Esta é a última descoberta de uma série que ajudou a criar uma ligação muito mais próxima entre o Tiranossaurus Rex e outros dinossauros com as atuais aves.

Com isso, os cientistas acreditam que já naquela época pré-histórica deviam existir muitas criaturas com asas que botavam ovos, atributos característicos das aves.

No entanto, eles também advertiram que isto não significa que os animais funcionassem com um sistema totalmente de sangue quente, e o apontando para um aparelho misto. No entanto, seu mecanismo respiratório parece situá-los mais perto dos animais de sangue quente.

Para seu estudo, os investigadores examinaram fósseis de museus de Nova York, Berkeley (Califórnia), Chicago, Pittsburgh, Washington, Berlim e Londres, comparando-os com as estruturas ósseas das aves modernas.

Eles também estudaram um dinossauro predador que viveu em Madagascar há 67 milhões de anos.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u13426.shtml